A classe média e a democracia, por Ricardo Noblat

A classe média e a democracia, por Ricardo Noblat

Sob o título “A classe média, o Estado e a Democracia”, a Secretaria de Assuntos Estratégicos da presidência da República recebeu uma pesquisa encomendada ao Instituto Data Popular, de São Paulo.
Fechada na semana passada, ela ouviu em 56 cidades duas mil pessoas cuja renda média familiar mensal fica entre R$ 1.540,00 e R$ 2.813,00.
 
Apenas (?) 67% dos entrevistados disseram concordar com a frase: “O meu voto pode melhorar a política brasileira”.
E 51% concordaram com a frase: “Prefiro uma ditadura competente a uma democracia incompetente”.
A classe média acredita que é função do Estado oferecer Saúde (75%) e Educação (70%). E está insatisfeita com a qualidade dos serviços que recebe.
No caso de hospitais públicos, eles são reprovados por 78% das pessoas ouvidas na pesquisa.
No caso do ensino fundamental e médio, por 60%.
O nível do ensino superior divide os pesquisados: 42% o consideram adequado; 45%, baixo.
As instituições nas quais a classe média mais confia são: família (83%), igreja (60%), presidente (51%), empresas (33%), Justiça (24%), deputados e senadores (11%).
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